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28 julho 2012 1 comentários

Quantas lágrimas? Um litro!

     O Japão nos fascina há décadas, e inúmeros são os motivos para isso. No campo das produções televisivas, posso dizer que boa parte de nós viveu o Dragon Ball Z, ou Cavaleiros do Zodíaco, além dos vários animes e desenhos que embalaram a infância de muitos. Há um tempo, porém, me peguei assistindo uma série japonesa e, sinceramente, chorei.

     Precisei de um litro de lágrimas, no mínimo. Lágrimas pela doença incurável da personagem principal; lágrimas por todo o esforço da família dela em aceitar a doença, e ajudá-la na batalha; lágrimas pelos amigos deixados para trás; lágrimas pelos seus apenas quinze anos à época, por uma vida condenada ao sofrimento; lágrimas pelo seu brilhante sorriso.

Um litro de lágrimas!

02 março 2012 0 comentários

O Crô, de Fina Estampa.

     É inevitável se falar de novela, hoje em dia, e não citar a interpretação fantástica que o Marcelo Serrado nos propõe. Sinceramente, ele dá uma aula de como absorver uma personagem e de como colocá-lo dentro dos lares brasileiros, como parte constituinte do nosso dia-a-dia, pela simpatia que imprime ao Crô.Crô

     Impressão que é difícil de proporcionar, justo pelo papel que ele assume. Não é de costume da sociedade brasileira, ainda preconceituosa e arcaica, adotar um mordomo gay como sua personagem favorita e se divertir com ela, da mesma forma como se diverte com as outras personagens mais batidas, e mais comuns.

06 setembro 2011 7 comentários

Fino Cordel;

     Há um tempo, aqui no blog, que critiquei as telenovelas brasileiras. Soltei o verbo contra a forma com que estavam sendo feitas: seguindo um modelo pronto, uma coisa horrivelmente predestinada e previsível. Era tudo a mesma mesmice.Cordel Escantado;

     Contudo, creio que nesse tempo que passou,  fez-se uma mudança nas estruturas delas, de uma forma que me agrada, que me deixa contente. Tais mudanças, noto, estão na forma com que o enredo é feito, e os temas escolhidos.

     Malhação encerrou, esses dias, uma temporada bacana – nada de extraordinário – mas, como há muito não havia tido; a minissérie, ou novelinha das cinco exibiu uma fase mais madura, e, como sempre, mostrou as linguagens joviais. Porém, percebi que, como inúmeras outras obras, perdeu rumo no fim, e acabou de uma forma que os telespectadores, em geral, não queriam.

     Mas, não é sobre todas as novelas que desejo falar. É uma, em especial, que me chama mais a atenção, e cuja crítica é tema do post de hoje. Cordel Encantado, mostra traços de destaque, e diferenças notáveis de quaisquer antecessora.

 
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