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01 fevereiro 2013 0 comentários

Brasil, meu Brasil brasileiro.

     Ontem tardei a dormir, e no sonho chorei. Chorei como criança, soluçando, por sentir tanto por a pátria-mãe. No sonho, ou diria pesadelo?, o país estava em caos total, o governo quebrava e falia, as empresas privadas vinham abaixo. E o povo, o pobre povo brasileiro estava abandonado no espaço, no lugar que antes se dizia ser o nosso pátrio-território.

     Nossa bandeira ainda trepidava no alto, mas jazia rasgada e manchada. Os mais ricos tinham fugido do colapso, e os pobres estavam mais pobres. Era o fim, todos sabiam; o final da nossa casa, a ruína da nossa terra, a morte do nosso povo. Doeu; mesmo ilusão, a dor foi lancinante, terrível. Porque caímos, se somos grandes? Somos o melhor povo, não somos?

Triste Brasil

28 agosto 2012 0 comentários

PT x Sindicatos

     Como todos os casos de amor mantidos por interesses tem seu fim, aquele vivido pelo Partido dos Trabalhadores (PT) com os sindicatos não tardaria a findar-se. Até que durou por muito tempo, é verdade, mas o elo histórico não sobreviveu e agora, rompido, faz com que ambos sigam caminhos diferentes e divergentes. E nós, é claro, sofremos como os filhos de uma separação.

      Porque quando o governo resolve enfrentar os sindicatos, e a sindicância decide afrontar os que gerem, os espólios da guerra respigam exatamente no povo. Quem não se lembra da greve dos policiais militares no estado da Bahia, quando as ruas baianas mais pareciam estar dentro do Afeganistão em guerra? E quem lembra, sabe que o povo foi vítima de mais um embate.

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14 agosto 2012 4 comentários

Pobre Fernando Henrique…

      De demagogia e hipocrisia vive boa parte do Partido dos Trabalhadores (PT). A máscara dos hipócritas sustentada pela existência de caras demagogas, alimentadas pelo populismo e pela alienação popular. De alienação vive o Brasil e, talvez por isso, a grande parte dos problemas sejam aceitos, ou passem despercebidos do grande público, inclusive esse.

       Hipocrisia: substantivo feminino; caraterística daquilo que não é honesto; vício que consiste em aparentar uma virtude ou um sentimento inexistente, diria o dicionário. Hipocrisia: ato de criticar veementemente uma atitude do governo anterior e valer-se da mesma em seu governo, eu diria no contexto do assunto que me é hoje retratado e divagado.

Fernando Henrique Cardoso

05 agosto 2012 8 comentários

Caça aos mensaleiros!

     O mensalão foi um desastre. Um vulcão incontrolável que, expelindo sua ardente brasa nos provava um teorema: existe lava por dentro da Terra. Deixa que eu explico: ele foi o escândalo que teve que acontecer pra lembrar ao povo brasileiro que a corrupção não só existia no centro da nossa política, como provar também o quanto era quente e destruidora.

     O mensalão foi um atentado contra a república, contra o balanceamento proposto pela divisão dos três poderes, contra o bom funcionalismo da máquina pública. O mensalão foi um grande atentado, não terrorista – como estamos acostumados – mas, também mortal, mortalmente silencioso, arquitetado e sussurrado pelos salões e alcovas da capital federal.

José Dirceu

24 julho 2012 0 comentários

Viver sem fronteiras?

     “A punição da Anatel foi pouca”, foi o que me disse outro dia uma amiga, e disse também pra um atendente da Tim. E eu concordei. Embora possa parecer grande, tendo em vista o prejuízo que as empresas de telefonia vão ter, isso é muito pouco perto do prejuízo que os consumidores tiveram ao longo de anos de vista grossa por parte dos órgãos reguladores.

     Não é de hoje, nem de ontem, que a situação mostra-se insustentável. Inúmeras reclamações são registradas por dia no PROCON (órgão de defesa do consumidor) e, até então, nada de realmente efetivo tinha sido feito. A ideia de ‘terra-de-ninguém’ tinha se espalhado e tomado conta da telefonia brasileira, como já havia se espalhado por todo esse nosso país.

Operadoras punidas!

21 julho 2012 12 comentários

Greve!

      A greve dos professores das universidades e institutos federais completou, no último dia 17, exatamente dois meses. Lembro que, alguns dias antes dela ser deflagrada, comentei em uma das salas da Federal do Recôncavo que achava que ela não aconteceria; dei alguns argumentos e citei uns exemplos, como um bom estudante do curso de jornalismo.

     Mostraram-se erradas as minhas previsões, alegações e citações. A greve não só aconteceu, como se tornou rapidamente a maior, tanto em número de adesões de instituições quanto de professores. A atual paralisação docente é claramente  incontestável, e os inúmeros prejuízos que ela traz também são.

Educação em Greve!

15 julho 2012 6 comentários

A Polêmica Copa de 2014.

     Quase todas as pessoas que eu conheço, ao ter que falar sobre a Copa do Brasil – a Copa do Mundo de 2014 – disparam a criticá-la e logo a acusam de ser um mega evento inútil, contraproducente e apenas um destino obscuro pra se jogar o dinheiro público. Pra grande parte deles, a sua opinião é imutável, incontestável. Eu, porém, discordo/contesto; e tenho motivos.

     Primeiro, mesmo que falem muito mal da Copa, vejo nela uma ótima oportunidade de mostrar o Brasil pra o mundo ver – mesmo que o retrato do país hoje não seja dos melhores – e, assim, aumentar consideravelmente o investimento estrangeiro, as nossas exportações e, também, o turismo – daqueles que muito gastam – pras nossas terras tupiniquins.

Brasil 2014

21 junho 2011 0 comentários

Tristeza, Firmeza e Cordialidade.

 

     Tinha dito, no começo deste ano, que não havia percebido mudança alguma desde quando assumiu a presidente Dilma, e deixou o cargo o presidente Lula. E talvez fosse realmente muito cedo para quaisquer notações, ou anotações sobre as características que a mudança traria para o Brasil, já que acabava de acontecer, e não havia, ainda, dado sinais de vida ativa.Presidente.

     Agora, as coisas são bem diferentes, e as diferenças são nítidas. E, a não ser que a presidente já tenha cursado teatro, ou, seja atriz de nascença – e desconhecemos qualquer coisa do tipo – três características do seu governo se desenham e intrigam até mesmo os maiores especialistas, justamente por não acreditar-se, antes, que seria assim, ou sequer, parecido com o que está acontecendo. Tristeza, Firmeza e Cordialidade: são essas as propriedades de Dilma na presidência.

     A firmeza foi notada como conduziu o caso [de provável tráfego de influência] do ex-ministro Antônio Palocci. Mesmo com todas as proporções que o caso tomou, Dilma se manteve relativamente distante do furacão. Obviamente que seu nome esteve ligado à repercussão do caso, mas de forma menos contundente que qualquer outro presidente teria, em um provável caso de escândalo parecido com o seu primeiro-ministro.

    Dilma E Gleisi Hoffmann' Além disso, promoveu a subida da - até então desconhecida, e politicamente inexpressiva – senadora Gleisi Hoffmann ao cargo de ministra da Casa Civil, reafirmando o poderio feminino do seu governo. O ato - e boa parte de sua firmeza está ai – não foi bem visto por boa parte [ou quase toda parte] da cúpula do PT e enfrentou forte oposição do presidente Lula. Mas, Dilma mandou que o fizesse, e foi feito.

     A cordialidade também é bastante notada nesses primeiros meses de seu governo, e, nestes últimos dias teve uma representação bem contundente. O governo de Dilma Rousseff deu início à reparação de uma injustiça histórica. Partiu da presidente a ordem para que convidassem o presidente Fernando Henrique Cardoso para o jantar de recepção de Barack Obama, no Brasil.Dilma E FHC'

    Também, mandou uma carta aberta de felicitações por o aniversário de oitenta anos ao presidente, reconhecendo os feitos de seu governo e a fundamental importância que ele teve para a atual situação da política e economia brasileira. Fato que seu antecessor, fez questão de omitir e destruir. Fez-se, de 2003 à 2010, uma grande campanha para sujar o governo de FHC, e, agora, essa campanha não só teve fim, como teve reparação.

     Contudo, Dilma não parece bem. Não se mostra feliz na presidência. Ainda não casou com o cargo, e demonstra em muitas aparições, tristeza. É possível ver na expressão abatida da presidência que o seu atual emprego lhe cansa e lhe entedia, mais do que a felicita e alegra. Dilma Abatida'

     O que é muito estranho para nós, que estávamos acostumados a ver os sorrisos abertos de Fernando Henrique e Lula, sempre, e sempre mostrando o quão feliz estavam naquele ambiente. Talvez porque tenham lutado muito por ele, e por isso, gostaram de estar lá até o último momento. Coisa que não aconteceu com Dilma, que quase “ganhou” a presidência de presente. Ela não lutou, ou lutou pouco, por ele, e, talvez, ele o esteja entediando demais.

      Torcemos para que isso, e algumas outras coisas mudem e pra que outras permaneçam iguais. Gosto do governo Dilma e dos benefícios que ele vem trazendo para o país. Não se mostrou igual aos anteriores, mas vem respeitando o que é preciso respeitar e continuando com o que é preciso ter continuidade. No mais, críticas virão, principalmente daqui. Por que criticar é preciso, e, pelo menos aqui, não dói.

26 abril 2011 0 comentários

FHC x Lula’

    Luiz e Fernando' Eles já não se suportam há muito tempo, desde o século passado, mais precisamente. Contudo, a ascensão dessa rivalidade vem tamanha nos últimos tempos, que o país começa a se dividir entre os favoráveis à um, ou ao outro. Não se trata mais de situação e oposição, de direita ou esquerda, ou ainda de partidarismo ou coligações. Se trata exclusivamente deles, e o que eles fizeram. Lula ou FH?

     Talvez tenha nascido, tudo isso, nos primórdios da política brasileira, quando um apenas era sindicalista, e o outro sociólogo. Mas, creio, talvez a rivalidade começou nas eleições de 1994, quando Fernando Henrique venceu nas eleições e deixou, em Lula, um sentimento de revanche, de querer buscar o troco. No vencedor, deixou a soberba, o ar de superioridade.

     Vieram as próximas eleições e tudo se acentuou mais. Não se inverteram os papéis, e o vencedor continuou no poder, enquanto quem perdeu novamente, se afogou na humilhação de tantas eleições consecutivas perdidas. A rivalidade crescia a cada dia, e a promessa de não haver mais embate futuro deixava as coisas ainda piores. Era a luta que nunca teria um último embate, um homem que nunca teria sua real vingança. E por que não se dizer vingança?

     Lula chegou ao poder sem vencer FHC. Perdeu as duas eleições no primeiro turno. Mas, venceu o candidato que o presidente havia indicado para sua sucessão. E fez um governo maravilhoso – salvo os escândalos, e alguns problemas – assim como seu antecessor. Os dois governos juntos foram os melhores 16 anos da história da política brasileira. Muito do que existe hoje se deve às bases de Fernando, e a continuidade de Luiz.

     FHC X Lula'Porém, os dois não se batem. E, em uma das farpas que vivem trocando, FHC disse em entrevista: “Ele esquece-se de que eu o derrotei duas vezes. Quem sabe ele queira uma terceira. Eu topo.” Lula deve ter se batido; a raiva deve tê-lo consumido, ou seria a sede de revanche? Por mais que tenha feito um ótimo governo, Lula não conseguiu algo muito importante: vencer FHC.

     E o duelo, existirá?! Eu duvido. Duvido porque o nosso presidente Fernando já está um tanto quanto idoso demais para o cargo. 80 anos. E o presidente Luiz deixou o governo como ídolo – com cerca de 80% de aprovação. Poupo provável que queira voltar. No mais, seria uma grande duelo, sem favoritos ou previsões. Pois, enquanto Lula tem uma popularidade gigantesca, Fernando Henrique Cardoso é uma das maiores, senão a maior raposa da política brasileira.

01 março 2011 2 comentários

O Palhaço Deputado

    imageSejamos abestados! Ora, pois, por que não ser? Se tudo está uma merda, qual o motivo influente que nos impede de fazer a besteira, de optar pelo errado? Ora bolas, quase nada! Pode até ser que dê certo. Fazemos tudo corretamente e nada dá certo para nós; logo, vamos inverter os fatores para mudar o resultado. Ops, será mesmo que isso dá certo?

    Vamos colocar um palhaço no Congresso Nacional, para que a palhaçada de lá não se dê somente por conta do terno e da gravata – embora obriguem o palhaço à usá-los. Vamos colocar um palhaço no Congresso, pra que a seriedade da corrupção sinta-se ofendida e tenha a brilhante ideia de ir embora. Ou, talvez, coloquem o palhaço pra fora, pra saudar nossa tentativa e taxá-la de insignificante.

    Mas, não. Nada disso. Jamais algo parecido com isso. Como ilustríssimos parlamentares estão sempre à frente de nós, meros seres éticos, armaram uma armadilha, revestida por uma farsa, tão bem feita que proporcionou até uns ares de bondade pro negócio todo. Não nos deixaram por o palhaço lá. O fizeram, ou melhor, nos obrigaram a fazê-lo.

    Revestido por uma campanha de marketing incrivelmente trabalhada, traçada, arquitetada, e por sua própria popularidade, ele está lá, e o seu principal objetivo já foi cumprido: levar outros que não conseguiriam chegar lá sozinhos. Um jogo político, que se aproveitou das falhas do nosso sistema eleitoral. De palhaço à fantoche de um show nada bonito.

    Todavia, não se pode dar à ele o papel de vítima. De forma alguma. Ele é, como os outros, culpados; pois certamente foi alertado, e tinha conhecimento do terreno no qual estava andando. Não há inocência nisso tudo, não há sinceridade nos meandros dessa jogada, tampouco há o riso, tão marcante outrora, tão lindo sempre.

    Agora, aqueles que o colocaram lá querem sua imagem exposta, jogam-nos aos leões sem qualquerimage lealdade, lamento ou piedade. Querem o total esforço daquele que ainda é um aprendiz. Vão usá-lo exaustivamente, usurpar a sua popularidade, sua imagem, ao extremo até que ele não sirva mais para qualquer objetivo, ou qualquer plano do governo. Afinal, ele não é o mais próximo representante do povo? E o que é o povo para o Congresso?!

    Antes, pode ser que já seja ele um veterano - o que no Congresso pode ser encarado como ser corrompido. Pode ser que dê um baile em todo o mundo e consiga nos mostrar que sempre manipulou seus ventrículos errados. Ou ainda, pode ser que a gente acorde, e dê um basta em tudo isso, prezando a ética e a honestidade.

    Não quero que julguem, porém, que o termo palhaço, utilizado aqui hoje para descrever o deputado Federal Francisco Everardo Oliveira Silva, como uma degradação, ou qualquer coisa do tipo à imagem do Tiririca. Ao contrário, quero apenas dizer-vos do título que lhe caía tão bem, o qual merecia.

    Foi, por muito tempo, o maior palhaço do Brasil; fez-nos rir deveras. Agora, só não esperamos que continue assim. Infelizmente, já não pode ser o deputado Everardo, o palhaço Tiririca. Abestado, já não posso pedir pra que você me faça rir.

04 fevereiro 2011 2 comentários

Acontecimentos Passados

Sra. Presidente!  image
   
Dilma assumiu como presidente do Brasil e, confesso, não senti a troca presidencial ainda. É tudo a mesma mesmice de outrora, que era boa, mas fica a expectativa de melhora, de inovação em algumas áreas que ainda são carentes de novos projetos e novas ações. Esperamos que a voz de uma mulher no cargo supremo da política brasileira não seja apenas igual a de um homem, por mais que esse homem em questão tenha sido bom o suficiente.

Papel De Ex.

   image Ele realmente parece não estar gostando de ser um ex. Embora seja nítido o alívio que as férias lhe trazem e a leveza com a qual a ausência da faixa presidencial lhe deixa, Luiz Inácio Lula Da Silva ainda não se acostumou ao quase ócio da nova vida. Tanto que não se acostumou, que não se entregou ao parcial esquecimento – típico e necessário para um ex-presidente.

    Sim, típico e necessário. Não é legal ver um ‘ex’ dando pitaco na atual relação, mesmo que seja favorável. No caso, não é legal ver alguém que já teve o poder em mãos, e que poderia ter feito tudo, elogiar ou criticar o atual governo. No caso, cabe ao Lula não se reunir com o Fernando Henrique para aprender como ser um bom ex-presidente, por que, afeições à parte, FH nunca foi e não é. Aliás, cabe ao Lula não procurar um professor para isso aqui no Brasil, pois não há.

Repeteco!

   A maioria das repetições cansa, isso é fato. Ainda mais quando se repetem erros absurdos que ninguém suporta. É isso que volta e meia vive imageacontecendo no Ministério da Educação. Erros que poderiam ser evitados com medidas um tanto quanto simples. E, o que mais me intrigou e me chateou na escolha do novo ministério, foi a escolha de Fernando Haddad para continuar à frente da pasta da Educação. Porque, embora não seja o Ministro o culpado por tudo o que está acontecendo, é responsabilidade do ministro a busca de inovações e soluções. É dele o cargo máximo do ministério e dele as responsabilidades sobre os seus comandados. Ou seja, não é ele o culpado, mas acaba sendo e é. Enfim, acho que todos estamos de comum acordo que pedir a cabeça do Ministro Haddad não é injustiça, é solução para alguns problemas. Creio que Cristovam Buarque seria o melhor nome para a pasta nesse momento.

SISU 

Sistema Impossível de Ser Usado

  A mais nova falha do Ministério é bem conhecida: um site de inscrições congestionado e inúmeros estudantes puxando os cabelos de aflição. O site do SISU esteve inacessível, não serviu o seu propósito para muita gente e, conheço pessoas que desistiram de seimage inscrever pelo estresse que acabou sendo a ‘busca’ pela inscrição. Antes, durante e depois do teste ocorreram erros que prejudicaram os interessados. Além disso, aqueles que deveriam explicar, deram justificativas vagas e procuraram minimizar os problemas. Enfim, toda vez que o Haddad aparece na TV, ou nos noticiários da net, já me dá um enorme frio na barriga e um pensamento me é despertado: “Mais um erro!”.
    Fica pergunta: Se o site da Receita Federal aguenta um número extraordinário de internautas loucos para declarar o Imposto de Renda em última hora, e inúmeros outros sites ficam no ar com um número maior de pessoas, por que o Ministério da Educação, o MEC e os outros órgãos não seguem o exemplo?

-Acontecimentos Passados-

    O post de hoje quis abordar os acontecimentos passados no ramo da política. Enfim, um post político. No próximo post haverá um segundo ‘Acontecimentos Passados’, que fugirá da política para outros ramos. Até terça!

 
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